sexta-feira, 20 de setembro de 2013

De Maranguape para a Parquelândia

             
Ele começou a se interessar por desenho ainda na infância, em Maranguape, sua terra natal. Mas foi só a partir de 1990, por influência da irmã Maria do Carmo, que levou a sério a profissão de artista plástico. Hoje, tantos anos depois, Thales Rodrigues de Oliveira tem seu valor reconhecido através da admiração do público pelos quadros expostos em seu ateliê e galeria, localizados na rua Abílio Martins, 868 (Parquelândia), retratando obras de grandes pintores mundiais como Van Gogh, Picasso, Salvador Dali, Monet, Lautrec, dentre outros, além de paisagens naturais, pessoas e animais que surgem a partir de sua própria inspiração.
Thales pode ser considerado um autoditada que estudou em diferentes cursos de arte com a intenção de aprimorar o manejo com as tintas e pinceis, mostrando, desde cedo, a preocupação em trabalhar somente com material de primeira qualidade, a maioria importado, para causar o melhor impacto possível em quem tiver a oportunidade de apreciar seus trabalhos. Já promoveu exposições em vários espaços culturais de Maranguape e Fortaleza, dentre os quais destaca o Náutico, Ideal Clube, BNB Clube, Correios, Galeria Antônio Bandeira, North Shopping e no extinto CPC – Centro Popular de Cultura da Parquelândia.
Inicialmente, quase todas as obras eram em óleo sobre tela, de grandes dimensões. Porém, devido a um acidente, que limitou um pouco sua força nos braços, ele resolveu enveredar por trabalhos menores, em vidro, e parece que acertou em cheio, pois já vendeu mais de 50 quadros e hoje possui um acervo com 188, que brevemente ganharão novas companhias e farão parte de uma grande exposição em local e data ainda a serem definidos.
Thales garante que, por incrível que pareça, não gosta de vender seus quadros, principalmente porque não tem noção dos preços que eles valem. “Cada quadro desse tem sua emoção, tem o amor que dedico para ver o resultado final. E isso, para um artista, não tem dinheiro que pague. Por isso que nem ofereço a ninguém. As pessoas é que vêm aqui e quando se interessam são elas quem dizem os preços. Se eu achar que não está muito barato, aceito vender”, afirma.
Quer entrar em contato com ele? Basta ir em seu ateliê e galeria, no endereço acima citado, ou ligar para o fone (85) 3243.1629.

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