Hoje pela manhã, depois de alguns dias de recesso, por conta das festas de final de ano, voltamos a fazer nossas caminhadas diárias pelo calçadão da lagoa do Porangabussu.
Durante o trajeto fomos abordados por várias pessoas pedindo que o jornal OLHO DE LINCE fizesse mais uma matéria sobre o estado de abandono em que se encontra este logradouro que é, sem dúvida, o maior cartão-postal do Rodolfo Teófilo e bairros adjacentes.
Realmente, durante a caminhada, pudemos constatar que a lagoa está abandonada mesmo. Mato e lixo por todo lado, notadamente, nos três canais; postes com várias lâmpadas queimadas; colchões velhos deixados por moradores de rua; quadras de esportes com todas as grades retiradas; e, o que é pior, a guarita que antes era ocupada pela Guarda Municipal está em petição de miséria, sem portas e janelas e cheia de fezes. As pessoas só conseguem passar em frente tapando as narinas, tentando se livrar da fedentina.
Sabemos perfeitamente que boa parte desse quadro desolador pode ser creditada à própria população, que infelizmente é constituída de muitos indivíduos que não têm o menor zelo pelo patrimônio público.
Mas é correto afirmar também que esse primeiro ano do prefeito Roberto Cláudio à frente da Prefeitura de Fortaleza já é suficiente para demonstrar que a preservação do meio ambiente não é, nem de longe, uma das prioridades da sua gestão.
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